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A roda de conversa foi realizada no Centro de Especialidades Médicas 13/12/2019 14:36

Prefeitura promove roda de conversa sobre violência obstétrica

Autor(a): Anna Carolina Palma Mendonça Foto: Orimar Santos

Na tarde da última quarta-feira, (11/12), foi realizado no Centro de Especialidades Médicas - CEM, uma roda de conversa sobre Violência Obstétrica. Conduzida pela responsável técnica de Enfermagem da Fundação Hospitalar Dr. Moisés Magalhães Freire, Ana Paula Barreto. Também estavam presentes a coordenadora do CEM, Ana Paula Figueiredo Barbosa, a representante do Conselho Municipal de Saúde, Ariadna de Almeida Silva, profissionais do CEM, gestantes e acompanhantes.

O objetivo do encontro foi esclarecer dúvidas sobre os direitos das gestantes, tratamento humanizado e procedimentos que podem ser considerados desrespeitosos para às grávidas. Durante a conversa, Ana Paula Barreto, ressaltou que mais de 30% das mulheres já sofreram algum tipo de violência obstétrica e que muitas nem sabem que foram vítimas. Diante disso a necessidade de promover campanhas e facilitar que a mulher tenha acesso a informação.

Pirapora é cidade referência em atendimento às gestantes, dispondo de especialistas na área obstétrica e em casos específicos fornece atendimento psicológico, nutricionista e todo suporte desde pré - natal, parto e pós parto. Ter acesso a informação é o que vai inibir que atos violentos aconteçam, durante o parto, pois as mulheres e acompanhantes podem denunciar e acionar o ministério público. A enfermeira Ana Paula Barreto ressaltou que o objetivo da conversa é esclarecer dúvidas e alertar as gestantes sobre os seus direitos \"A violência obstétrica é tudo que impende a mulher de cuidar dela mesma e de suas necessidades” ressaltou Ana Paula.

Para a prefeita Marcella Fonseca todas as ações que envolvem a saúde da mulher são prioridades em seu governo, “a gestação é um momento único na vida de cada mulher e priorizar o atendimento as nossas gestantes sempre foi uma marca no meu governo, queremos que as grávidas sintam segurança e acolhimento em nossas unidades de saúde e que cobrem o seu direto de ter um atendimento respeitoso e livre de violência”. finalizou Marcella.