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SESAU participa de caminhada no Dia Mundial da Conscientização do Autismo em Pirapora 03/04/2018 11:12

SESAU participa de caminhada no Dia Mundial da Conscientização do Autismo em Pirapora

Autor(a): kelly Cristina Foto: Orimar Santos

Com o objetivo de conscientizar a população sobre o autismo, combater o preconceito e incentivar a inserção social, na manhã desta segunda-feira, 2 de abril, aconteceu uma caminhada, organizada pelas "Super Mães Especiais de Pirapora", com a participação da Secretaria de Saúde e várias entidades.

“Nosso movimento iniciou em 2013, com um pedágio feito no sinal organizado pela minha família, amigos e a Apae. Logo depois foram agregadas mais mães ao grupo, recentemente criamos uma página na internet e um grupo no whatsapp. Ao todo somos 45 membros e qualquer pessoa simpatizante a causa pode participar. Agradeço aos amigos, família, em especial a Apae, Semed, Sesau através dos Caps I e II, o grupo de capoeira Amaê Berimbarte, o Batecumdum, a Sefam, Rotary, GRS, aos vereadores que estiveram conosco e defendem nossa causa na Câmara Municipal de Pirapora”, relatou Elizangela Leite, que faz parte do grupo dasSuper Mães Especiais de Pirapora.

 

AUTISMO

 

“Muitas vezes uma criança pode está em surto, gritando em determinado local, e as pessoas passam sem saber o que está acontecendo. A parte sensorial é comprometida. Então cheiros, barulhos, luzes e aglomeração de gente incomodam. São quase dois milhões de brasileiros com autismo”, comentou Elizangela.

“São muitos os desafios na vida do autista e da sua família. O Transtorno do Espectro Autista (TEA), distúrbio que age no sistema nervoso central, não tem prevenção e cura. O tratamento consiste em amenizar os sintomas. Segundo a Organização Mundial de Saúde, estima-se que 70 milhões de pessoas no mundo possui algum tipo de autismo. Para cada uma menina, oito meninos tem. São três níveis: leve, médio e o grave. É importante que as escolas tenham um profissional especializado de apoio. Nosso dever é promover uma melhora na qualidade de vida, ampliando a perspectiva da  autonomia, independência, linguagem, socialização e capacidades cognitivas”, informou a especialista em Educação Especial Inclusiva, Cristiane Almeida.

“Geralmente o diagnóstico é fechado por uma equipe, é preciso uma intervenção precoce de uma equipe transdisciplinar, com neuropediatra, psiquiatra, terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo, psicólogo, psicopedagogo e outros profissionais”, concluiu Joice Quadros da Secretaria Municipal de Saúde de Pirapora.